terça-feira, 3 de janeiro de 2012

I

 Você ama bruxas e histórias ou filmes de terror? Então vai adorar esta novidade que eu achei nas páginas de uma revista chamada witch, a  autora disse várias coisas, bom não temos tempo a perder confira!


BRUXARIA: NÃO SIGA CONSELHO ERRADO!

Você estuda, lê, vivencia, tem um grupo, pratica sozinho, tem amigos pela internet, tem um vizinho neo-pagão, participa de rituais públicos, amarra fita roxa no pulso, estuda tarô, chora no final de Harry Potter, tem uma horta em casa, celebra esbás, montou um coven, assiste palestras, faz cursos, ministra cursos, escreve livros, conversa com outros bruxos e pagãos por aí, foi iniciado em uma tradição, em várias, não foi iniciado em nenhuma, tem seus dons, cozinha, cultiva ervas, prepara poções, sente o vento no rosto.
O seu caminho, a sua verdade. Encontre o que for legítimo para você. Se já encontrou, incentive isso em outros buscadores. Lembre-se que a busca nunca termina.
Guerra de bruxos e bruxas JÁ DEU, gente. Nosso site não está interessado em brigas. É a visão de quem escreve aqui, não a verdade universal (e nem poderia ter essa pretensão). Então vamos encarar tudo o que lemos em sites, blogs, livros, como a visão de quem escreve, e que é legítima para ela. Um aprendizado do ponto de vista do outro, que sempre é diferente do nosso, pois pessoas diferentes são em tudo diferentes, mesmo com pontos em comum. Logo, toda contribuição é válida, tira-se algo. Se não concorda, não fique esbaforido – apenas siga seu próprio caminho, sua legitimidade. Cada um, cada um, e todos são importantes. Não deixe que nada, nem ninguém, fale mais alto que a sua voz interior. Nunca. Pode ser? Mesmo que, amanhã, ou daqui a 30 anos, você mude completamente de opinião. Esse é o resultado de estar aprendendo sempre. Mas seja leal ao que você acredita, e deixe que os outros também o sejam. Em pleno ano de 2011, discutir o que uma pessoa faz, se é certo ou errado, ou um caminho mais válido que o outro, leva ao que, exatamente? Que cada um tenha suas paixões e responsabilidades. A arte mágica é antiga. Está acessível a todos, de uma forma ou de outra. Pax et lux.

BRUXARIA TRADICIONAL – ARTIGOS

Indicação de artigos sobre Bruxaria Tradicional. Este post está eternamente em construção e novos artigos vão sendo adicionados aos poucos.
Bruxaria tradicional para iniciantes
O que chamamos hoje de Bruxaria, não possui necessariamente relação direta com os cultos pré-cristãos, como se pode facilmente assumir com a onda de textos sobre bruxaria dizendo o contrário. Na realidade ela surgiu a partir da crença e constatação de que algumas pessoas conseguiam manipular realidades.
Diferenças entre as três artes
Há diferenças entre a Bruxaria Comum, a Bruxaria Tradicional e a Wicca, e elas são gritantes! Nesse ensaio vamos tentar esboçar um pouco das diferenças que conhecemos, mas nem de longe poderíamos aludir todas elas em absoluto, uma vez que os conceitos estão em constante descobrimento e mutação.
Livros recomendadosIndicação de livros sobre Bruxaria Tradicional.
Glossário de termos
Um pequeno léxico dos termos mais comumentes utilizados na Arte Sábia. Este Glossário foi inicialmente publicado na antiga revista The Cauldron Brasil, sendo que esta versão aqui contida está revisada e aumentada.
Bruxaria, o que você é afinal?
Ora vejam vocês, o que a bruxa é senão uma servidora da humanidade! Ela é chamada para predizer o futuro, para curar uma doença, para dar fertilidade a um casal, para tirar ou pôr uma maldição, para abençoar um recém nascido ou um campo recém plantado, é ela quem canta para os espíritos maus e os afasta ou os atrai para a cidade, é ela quem dá o tônico para o homem cansado, que ensina a jovem a arrumar um bom marido, que cura a praga nos campos, que dá o veneno para a futura viúva rica, enfim, é a criatura que permeia a sociedade dando aquilo que ela precisa para satisfazer seus desejos – uns nobres, outros nem tanto.
O que é tradicional para a bruxaria hereditária?
Em relação ao que é sadio em tradicional, referente à tradição, testemunhamos as pessoas alongando-se em sua confusão como uma capa.
As Bruxas de Vera Cruz
As Bruxas de Vera Cruz é um ensaio de cunho histórico brasileiro, que narra como se deu a questão da Bruxaria na época do Brasil Colônia.
A peteca do bruxo brasileiro
Abordar temas religiosos do solo brasileiro ainda é um desafio mesclado de selvagerias, pois todas as manifestações religiosas ou culturais sendo naturalmente brasileiras ou não, são todas verdadeiras até um sentido, e defendem seu peixe com uma peteca de contenda, com o que tem de pior ou não.
A diferença entre o diabo e satã
Quem pensa que Satã é o nome do Diabo pode se surpreender ao descobrir que a palavra satã existia antes da palavra diabo. Em todas as línguas ocidentais, este último termo é o mesmo: devil, diable, diablo, diavolo, Teufel. E todas as línguas que têm esse termo também possuem o termo satã. Embora sejam mais ou menos a mesma coisa, não há Diabo sem Satã, e não há Satã, sem Diabo. “Mais ou menos a mesma coisa” hoje em dia, porém muito diferentes no princípio.
A tradição dos proscritos
Uma das mais importantes transformações que ocorrem quando percorremos a jornada mística é a compreensão do poder e responsabilidade que temos sobre nosso próprio Destino. Como deuses em uma jornada humana, percebemos aos poucos que o que foi uma vez chamado de “impureza” para depois se chamar “pecado”, não é nada mais do que “obstáculos” que nós mesmos atraímos como lições de superação nesta grande aventura da Vida.
O diabo cor-de-rosa
Em O Diabo Cor de Rosa, Qelimath expressa de forma clara os sinais visíveis de como a nova geração de bruxos trata uma das figuras centrais da Bruxaria Tradicional, ou melhor, expõe como essa nova geração de ””””bruxos””””, modernamente criados, esquecem de manifestações que ainda estão presentes, mas em seus últimos suspiros de vivência.
A Bruxa de Vênus
Como a Bruxaria pode ser compreendida de um ponto de vista Tradicional? A questão demanda um esclarecimento de termos, especificamente o que é bruxaria e em que implica o termo ‘tradicional’.
O sangue e ossos da Bruxaria Tradicional
Com a primeira faísca da forja sagrada – a primeira gnose, da mesma raiz que gnoscere, ou “conhecer”, o homo sapiens tornou-se capaz de maravilhar-se com toda a criação ao seu redor, assim como se tornou capaz de questionar as razões de tudo o que acontecia com ele. Podemos dizer que esta “faísca” caiu em um corpo que sentia medo, fome, frio, sono e o desejo de procriar, como qualquer outro animal.
As feitiçarias de Zos
Feitiçaria e bruxaria são a descendência degenerada de tradições ocultas contemporâneas daquelas descritas no segundo capítulo. A concepção popular de bruxaria, formada pelas manifestações anti-cristãs que aconteceram na Idade Média, é tão distorcida e inadequada que tentar e interpretar os símbolos dos seus mistérios, pervertidos e adulterados como são, sem referências aos muito antigos sistemas dos quais derivam, é como tomar a ponta de um iceberg pela sua massa total.
Uma apreensão dos tempos modernos
Na coletividade bruxa, atualmente tem-se dilatado o campo de intervenção do concebo, acolá da sua intervenção tradicional na edificação do ‘ser’, sendo o feiticeiro chamado a intervir nos campos da reprodução hábil, se tratando das artes bruxas comuns ou ponto que fornece um elo entre todas as eras em todos os lugares do mundo sob efeito e foco do que era feito a façanha das bruxas antigas.
O diabo sábio
O papel do Diabo na Bruxaria pode ser um mistério confuso para alguns. Afinal, a imagem do Diabo é velada no mal e na misantropia, e muitas outras denominações feitas pelas igrejas cristãs que se fizeram dependentes dele para sustentar seus evangelhos. Você se volta para Deus porque precisa odiar o mal traduzido no Diabo.

ARTHAME – O COLETOR DE SANGUE

ArthameArthanaArtanusArthanyArtavo, ou como é mais popularmente conhecido, Athame, é a Faca de Conjuração do Feiticeiro. É basicamente, uma faca de fio duplo afiado, de cabo negro.
A primeira aparição do termo é encontrada no famoso grimório medieval Clavicula Salomonis(As Chaves de Salomão), e é para ele que devemos nos voltar para realmente conhecer este Instrumento da Magia, ao contrário das suposições errôneas que são veículadas à grosso modo.

O QUE É TRADICIONAL PARA A BRUXARIA HEREDITÁRIA?

Tem-se por tradição no sentido amplo tudo aquilo que uma geração herda das suas precedentes e lega às seguintes. Os aspectos específicos da tradição devem ser vistos em seus contextos próprios: tradição cultural, tradição religiosa, tradição familiar e outras formas de perenizar conceitos, experiências e práticas entre os povos, entre os iguais, entre as proles.

O CÁLICE ENVENENADO

Recentemente, Robert Cochrane, Magister do Clan of Tubal-Cain, atingiu o status de ícone na Arte, e numerosas histórias circularam sobre as circunstâncias de sua morte.
A versão geralmente aceita parece ser de que ele teria se suicidado ritualisticamente usando Beladona no Solstício de verão em 1966, em um resgate da morte do Rei Divino, um sacrifício voluntarioso para a remissão de seus próprios erros, daqueles do seu próprio povo, e para assegurar a fertilidade de seu domínio. Que retrato essa idéia do ‘suicídio ritual’ de Cochrane nos traz? Talvez vejamos uma figura de túnica, prostrado no círculo ritual, lábios escurecidos, olhos fixos em alguma visão no além, dedos ainda prendendo o chifre com a bebida envenenada, para sempre paralisados? Que imagem você tem da cena?
A morte de um bruxo aparentemente automartirizado gera miríades de perspectivas contrastantes.
Algumas destas perspectivas podem servir para cristalizar um efeito altamente glamouroso que age como um veículo para o trabalho individual, enquanto outras podem ser prejudiciais ao trabalho, desviando atenção para especulações infrutíferas e, talvez, para um romantismo descabido. O intento deste ensaio é oferecer fatos com os quais o interessado em Cochrane e seu legado possa temperar suas próprias crenças sobre sua morte e suas implicações.

CONVERSANDO COM OS ARCANOS – ENFORCADO

Tem horas que parece que está dançando…
Em alguns momentos, parece iôga.
Eles estão felizes? Bom, é o que parece na  maioria das vezes… outras, dizem que são traidores, que estão pendurados como penintência…

TUDO O QUE VOCÊ GOSTARIA DE SABER SOBRE BRUXARIA TRADICIONAL

Esta entrevista foi publicada originalmente no blog Crux Sabbati e autorizada a publicação pela entrevistada, Katy de Mattos Frisvold.
Crux Sabbati: Quais as definições que você pode nos fornecer sobre Bruxaria?
Katy de Mattos Frisvold: Bruxaria,em matérias acadêmicas como História, Antropologia e Ciência das Religiões, é o uso alegado de poderes sobrenaturais ou mágicos. Na história isto já levou muita gente a enfrentar sérios problemas, incluindo o problema mais famoso de todos, a Inquisição. Pela pequena heresia de se roubar uma hóstia para realizar uma “simpatia”, uma pessoa podia arder na fogueira. Não é incorreto, por exemplo, declarar que a parteira ou a curandeira fosse considerada uma bruxa, pois o conhecimento das ervas e seus usos foram proibidos pela Igreja, sendo este papel sancionado a uma classe científica que ainda engatinhava. Vale também mencionar as conhecidas “velhacas” que moravam nos subúrbios, na margem entre a natureza e a sociedade, entre um limite e outro, lendo a sorte nas cartas e negociando talismãs.

VIRTUDES – OLHANDO A BOCA DO LEÃO


Aquatic Tarot, uma versão aquarelada do Waite-Smith tarot
Depois de escrever sobre as virtudes, encontrei esse exercício no blog de tarot da Donnaleigh La Rose, o Divine Whispers. É um exercício muito interessante com uma das virtudes: A Força.
Como pensar o poder, o conhecimento de si? Como é que vivemos junto com o nosso animal, com os nossos instintos e como balancear isso tudo?
Vamos tentar o exercício: O que a Força vê na boca do Leão?
Tire 3 cartas. E se concentre na Força!
1 – O que a dama vê ou sente quando abre a boca do leão?
2 – Como ela irá se beneficiar disso?
3 – Como posso encontrar o mesmo em minha vida?

AFASTANDO O INDESEJADO

Três galhos de arruda, três alhos cortados em X, três pimentas malaguetas, um recipiente que agüente calor, sal, um papel onde você possa escrever o nome da pessoa que em questão o/a incomoda.
Pedindo:
“Afaste-se maldita fera, de língua ferina, tão longe como seja possível, para que mal algum me cause”.
Acrescente água e óleo ao alho e pimenta, e arruda, e papel, assim como uma vela flutuante preta, que você acenderá durante 9 dias, por uma hora pelo menos.
Nesse nono dia, esvazie o recipiente, enterrando o conteúdo num buraco na terra, fora de casa.
Sempre grata,
Luciana


AS VIRTUDES NO TAROT


Justiça, do Classical Tarot
As virtudes. Elas são apontadas por Platão, como uma parte da vida humana que são os traços desejáveis para uma boa vida e um bom convívio com as pessoas. São a base para o que é Bom, Belo e Verdadeiro. E através das virtudes, o homem passam a ter uma vida sólida e próximas da Ética e da Estética.
As virtudes são amplamente descritas por diversos filósofos, em diferentes tempos e sociedades, e sempre se caracterizam pela força que dão à existência da humanidade.
De Platão aos filósofos cristãos, elas se descrevem e podem ter nomes que vão de Diligência à Vigilância.
No tarot, como um sistema imagético padronizado, mais ou menos entre os séc. XV e XVI, as virtudes se encontram representadas. A Força, A Justiça e a Temperança, conhecidas como as Virtudes Cardinais, estão inclusive próximas nos decks. E seus significados continuam presentes e mostrando sua importância no caminho do conhecimento pessoal.
Existe, porém, uma quarta virtude que não existe nominalmente no tarot. A Prudência.
Há quem diga que ela reside no Enforcado e que a suspensão dele nos aponta a paciência e a análise cerebral que a prudência pede. Porém, ao meu ver, essa não é uma discussão terminada.
Nesses anos, eu tenho percebido que virtude chama virtude. Quando uma delas aparece num jogo, numa leitura ou numa meditação, acabam por chamar as outras. Tenho a impressão que, quando passamos a viver com a regência da Justiça, por exemplo, ela chama nossa atenção para as outras e assim segue, para que possamos nos estruturar como pessoas. Que tenhamos vontade de viver (Força), que tenhamos a consciência de quem e como somos (Temperança) e assim possamos conhecer nosso lugar e nosso dever (Justiça).

EM MARÇO, TEMPO DE RECICLAR ENERGIAS!

Março é também tempo de sacudir todas as poeiras da nossa casa mágica!

SORTEIO D”O LIVRO DAS SOMBRAS DE SCOTT CUNINGHAM”

Em mais uma parceria entre o Bruxaria.net e a Madras Editora, desta vez será sorteado “O Livro das Sombras de Scott Cuningham”.
Para participar, é só deixar um comentário neste post com seu nome, cidade e estado (é necessário ser registrado no site). Infelizmente, não poderão participar membros que residam em outros países. Caso o contemplado seja estrangeiro, será realizado um novo sorteio. Inscrições sem os dados necessários e sem que o usuário seja registrado também serão descartadas.
As inscrições podem ser feitas até às 23h59 do dia 13/03/11, com o resultado sendo divulgado na semana seguinte.
Boa sorte a todos!

“LIVRO DAS SOMBRAS DE SCOTT CUNINGHAM” (2011)

Foi recentemente lançado pela Madras Editora o “Livro das Sombras de Scott Cuningham” e eu, como sempre acontece em algum lançamento do tipo, tive uma curiosidade imensa para ler.
Não é segredo que eu tenha uma visão mais tradicionalista sobre o Scott e esse livro veio somente reafirmar minha posição a respeito. Seus livros sobre herbologia, incensos, óleos e o meu preferido “Wicca na Cozinha” são fantásticos, mas os livros especificamente sobre Wicca chegam perto demais da generalização da religião. Sim, isso tem um lado bom, mas também tem aquele lado que todos conhecemos: sujeito lê o livro e “descobre que é wiccan”, e não é assim. O livro “Vivendo a Wicca”, para quem já tem uma base da religião, é um livro bacana, mas o “Guia Essencial”, mais famoso de todos, best-seller para iniciantes, peca em tantos pontos que desanimo só de pensar. E foi com essas ideias que sentei na minha poltrona para apreciar o livro lançado.
Leia o texto completo ›

FONTE: www.bruxaria.net

SEGUNDA-FEIRA, 25 DE JULHO DE 2011

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